Estúdio Jurídico na Febravar

Escrito por Estudio Juridico, 14.07.2016.

Adriana Ilha apresentou na Febravar a palestra “Marca e Consumidor: o vínculo para o sucesso”, no dia 6 de julho. A advogada é especialista em Propriedade Intelectual, e aproveitou o momento para falar sobre as estratégias de fortalecimento e registro de marca, os diferenciais que agregam aos negócios e as possibilidades de licenciamento que existentes no mercado.

Estúdio Jurídico na Febravar

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A construção e manutenção de uma marca nos dias de hoje, com múltiplos provedores e conectividade dos consumidores, exigem muito das empresas. Se inicialmente elas nem sempre existiam, com o tempo, assumiram um lugar de identificação e diferencial perante à concorrência. Conquistar um público com tantas opções já é difícil, manter uma aparência de respeito em tempos de rede social também exige muito dos varejistas. É por isso que a proteção de marcas não é um mero detalhe, conforme indicou a advogada especialista em propriedade intelectual Adriana Ilha na palestra “Marca e Consumidor: o vínculo para o sucesso”, durante o Congresso Brasileiro do Varejo, que iniciou no dia 06 de julho, em Porto Alegre. O evento integra a FebravarFeira Brasileira do Varejo, no Centro de Eventos BarraShoppingSul.

“Tudo que a gente faz, onde a gente vai, o que a gente vê tem uma marca envolvida. Estamos visualizando ou usando. Por isso, os lojistas devem ter atenção”, sugeriu.  Ela lembra que além de poucos fornecedores por produto, antigamente as compras eram feitas em locais próximos da residência, mas hoje o outro lado do mundo pode ser considerado próximo. Com o avanço nas comunicações, as promoções também estão mais divulgadas. Assim, houve um aumento incessante da concorrência. “Aumenta a cada dia e a tendência é que não pare de aumentar nunca”, disse Adriana.  Além da mudança na oferta, o consumidor também é outro, não quer mais só um produto, mas uma experiência. “O desafio da comunicação é juntar na marca todos os elementos atrativos e que criem vínculo emocional.”

Diante de tanto trabalho e multiplicação de provedores, as marcas precisam ser protegidas. “A gente criou, agregou valor, tem que proteger”, disse Adriana. E o registro é só o início. É preciso monitorar a concorrência para ver se não estão usando o nome em alguma ação, mesmo parasitária. “Quando dizem ‘não somos o fulano, mas somos parecidos’. Isso é muito comum”, alertou. Para Adriana, cuidado com a marca exige habilidade, conhecimento, inteligência, inovação e proteção.

 

Fonte: Febravar